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A propósito da Casa da Música recebemos informação que entendemos postar sem demoras.
Como se pode ver, a obra avançou para a segunda fase e aguarda, neste momento, decisão ministerial, o que pode ser visto como um sinal de esperança...ou então de profunda lentidão. Ao fim de 12 anos a Casa está ainda longe de começar a ser construída. Depois da decisão ministerial ainda terá de decorrer o concurso para a empreitada, o que significa que, provavelmente, o sonho de termos um espaço que dignifique a cultura freamundense ainda demorará uns anos a ser realizado.
Em todo este processo resta a Freamunde o lamento por não ver estes dados e este assunto serem trazidos para a ordem do dia pelas entidades competentes. Exigia-se que a direcção da Associação Musical de Freamunde esclarece-se o porquê da demora e dos sucessivos adiamentos de um edifício que vai, com certeza, mudar, para melhor, o panorama artístico e cultural da nossa cidade.
Entendemos a complexidade e a dificuldade que possa existir em relembrar uma obra que tarda em ser começada e que será feita (não só) com dinheiro pedido directamente aos bolsos freamundenses. No entanto, todos aqueles que acolheram o repto lançado aquando do peditório merecem saber o ponto de situação em que a Casa da Música reside.
O projecto remonta a 1995. Passaram 12 anos e da Casa da Música temos apenas as polémicas monetárias e as sucessivas análises ministeriais. Será que a aprovação do ministério vai exigir mais mudanças na obra?!
Realmente para Freamunde só há projectos, mas nunca obras... veja-se a este propósito também o futuro quartel dos Bombeiros. Já alguém pensou na solidão que sente a primeira pedra?!
Um último comentário para referir que a Revolta nunca esteve e nunca estará contra a entidade de utilidade pública que é a Banda de Freamunde. Como tal, este post não deverá ser lido nunca como uma forma de critica à Banda e aos seus músicos, mas apenas, no máximo, ao secretismo evidenciado pelos seus dirigentes a propósito deste assunto.
Agradecemos a partilha da informação que nos chegou de uma fonte que prefere não ser identificada.
O documento pode ser visto em
programa de equipamentos de utilização publica